Para muitos o Messias, por outros é chamado de Salvador, outros o veem como um profeta, já alguns, o veem como um personagem importante da história. Independentemente de sua opinião sobre Jesus Cristo, concordamos que Ele foi alguém que criou grandes impactos no mundo em que vivemos e que se prestarmos atenção, podemos tirar várias lições dos evangelhos.
Jesus é referência inclusive para àqueles que já são ou àqueles que desejam empreender.
Se analisarmos um pouco mais criteriosamente as lições Dele, percebemos que nada foi por acaso e que mesmo Ele sendo o filho enviado por Deus para a salvação do mundo, isso exigiu Dele uma habilidade ímpar em empreender. Por que? Vejamos algumas lições e pontos a serem observados.
Estudo e Conhecimentos como base
Apesar de ser o Filho de Deus, Jesus antes de cumprir sua grande missão, estudou e se aprofundou nas escrituras e em tudo que iria algum dia fazer sentido para sua vida.
Em Lucas 2, 41-52, vimos Jesus no Templo entre os doutores da Lei, com apenas 12 anos. Ele ouvia e discutia os assuntos da palavra já com grande propriedade, impressionando a todos.
Já adulto, em Marcos 1, 21-22 vimos “Eles foram para Cafarnaum e, logo que chegou o sábado, Jesus entrou na sinagoga e começou a ensinar. Todos ficavam maravilhados com o seu ensino, porque lhes ensinava como alguém que tem autoridade e não como os mestres da lei.”
Através destes dois relatos, vimos não somente alguém iluminado, mas muito bem preparado. Na época, não eram todas as pessoas que sabiam ler. Somente àqueles que tinham poder ou àqueles que realmente buscavam o conhecimento profundo das coisas e àqueles que realmente eram obstinados pela missão, sabiam ler ou eram estudados.
Percebemos duas maneiras de aprendizados. Na primeira, através da vivência, dos exemplos de outras referências, das percepções que a experiência revela no dia-a-dia de um aprendiz de empreendedor.
Na segunda passagem, já adulto, demonstra alguém já em missão, estudado e pronto, com conhecimentos empíricos, mas também baseado em profundos estudos.
Atualmente, muitos desejam empreender, mas poucos se aprofundam na preparação, na dedicação do estudo.
Podemos observar atualmente na geração das startups ou na geração Canvas, que muitos se aventuram como empreendedores, mas não conseguem virar a chave para se tornarem empresários. Faltam estudos do mercado, estudos voltados à gestão de negócios, estudos focados em gestão de pessoas. Muitos iniciam uma grande escalada, mesmo sem estudos, mas somente àqueles que percebem que conhecimento gera crescimento e os prepara para a sustentabilidade de seu negócios, é que sobrevivem.
Primeira lição que Jesus Cristo deixa para os empreendedores é A busca pelo Conhecimento.
Incentivadores e Entusiastas
Normalmente a vida dos empreendedores é solitária. Não no sentido de haver companhia física, mas solitária nas angústias, nas decisões, na insegurança… Mesmo uma empresa tendo líderes fantásticos, engajados e preparados, a mente de um empreendedor muitas vezes se encontra solitária e nessas horas, nada melhor que ter alguém próximo que realmente acredite em seu sonho, tanto quanto você.
É comum em alguns momentos de nossas vidas, antes de algumas tomadas de decisões que irão impactar em nossas vidas e de outras pessoas, recuarmos ou não acharmos que estamos preparados. Nessas horas é muito importante que alguém se aproxime e nos dê um incentivo seguro, daqueles que somente quem confia realmente em nossa capacidade, pode dar.
Com Jesus, não foi diferente. Talvez mesmo Ele se preparando, sabendo de maneira clara seu propósito, não sentia-se ainda preparado, até que num belo dia, numa festa de casamento, conforme podemos ver em João 2, 1-10 na passagem das Bodas de Caná, ao terminar o vinho da festa em que ele estava, sua mãe o incentiva a realizar o primeiro milagre, ou seja, transformar água em vinho.
Maria sabia da grande missão de seu Filho e tinha a certeza que Ele já estava preparado. Bastou um incentivo e o “Milagre” aconteceu.
É importante todo empreendedor ter alguém próximo e sonhando os mesmos sonhos, mesmo que sem conhecimentos aprofundados, apenas com a confiança que dará certo e que tenha a certeza que você está preparado. Quando duas ou mais pessoas estão em sintonia e acreditando que algo irá acontecer e dar certo, a chance de dar certo só cresce.
Segunda lição que Jesus Cristo deixa para os empreendedores é Tenha alguém para sonhar junto de você.
Preparação e Planejamento
O que Jesus ficou fazendo 40 dias no deserto?
Apenas ouvimos que Jesus fez Jejum e que durante os quarenta dias no deserto, Ele foi tentado pelo inimigo.
Podemos ver no Livro de Lucas 4, 1-13 todas as etapas do período no deserto e você como empreendedor, que lições pode tirar deste período do maior empreendedor da história?
Se levarmos em consideração que o número 40, sempre está associado a alguma mudança posterior e alguma evolução, assim como os 40 anos do povo hebreu atravessando o deserto, 40 dias e 40 noites de dilúvio para uma nova era com Noé, entre outras… Poderíamos dizer até que o deserto é o momento de “escuridão”, das incertezas e das angústias do empreendedor, mas principalmente o momento de que lhe exigirá mais foco em sua missão e nos seus propósitos. Quais seriam os 40 dias no deserto de um empreendedor e empresário de verdade?
Pense naquela tomada de decisão, seja para iniciar um novo negócio ou até mesmo para melhorar o negócio existente. Quantas tentações irão aparecer? Quantas pessoas irão oferecer outras soluções que fogem dos seus propósitos ou até mesmo de seus valores? Só permanecerá firme, àqueles que têm a certeza da missão, pois se houver quaisquer dúvidas, com toda a certeza as tentações serão avassaladoras.
No deserto, também podemos pensar em local sem interrupções, sem distrações do restante do mundo. Apenas enfrentando o verdadeiro Eu. Quantas vezes temos que travar um diálogo longo com nosso Selfie 1 e Selfie 2? Ou seja, quantas vezes demos a chance de nos recolher e colocarmos nossas ideias, sejam elas a base da lógica e da exatidão e confronta-la com nossa base do subconsciente e emocional? Como um empreendedor de Criciúma, conhecido como Beto Colombo diz: “Quando a intuição é forte, não temos que dar muita bola a razão. “ Será que nos demos esse direito?
Nesses momentos, devemos colocar tudo no papel, o que queremos, quando queremos, como iremos fazer para alcançar, realizar um planejamento completo. Faça uma SWOT, ou seja, faça uma lista de todos os seus (sua empresa) pontos fortes, fracos, oportunidades e ameaças. Reflita e mentalize possíveis situações. Faça um estudo de viabilidade econômica, ou, quanto de recursos e para quanto tempo. Qual o payback? Mas cuidado com as tentações e as ciladas dos pensamentos. Esteja em vigília sempre.
Terceira lição que Jesus Cristo deixa para os empreendedores é Se prepare e faça um Excelente Planejamento.
Quem fará parte da equipe?
Já parou para pensar quão importante e muitas vezes, até mais importante que um bom plano, é ter as pessoas certas ao seu lado?
Quantas empresas quebraram por desavenças entre sócios, entre colaboradores… Quantos projetos se perderam no caminho por falta de sintonia ou engajamento da equipe?
Em Lucas 6, 12-16, vimos na passagem da escolha, que já eram muitos os seguidores, os discípulos de Jesus, mas somente para 12, Ele entregou a responsabilidade da missão. Como foi feita esta escolha? Já no início da passagem da escolha dos discípulos, Lucas descreve da seguinte maneira: “Num daqueles dias, Jesus saiu para o monte a fim de orar, e passou a noite orando a Deus. Ao amanhecer, chamou seus discípulos e escolheu doze deles, a quem também designou apóstolos…”.
Vejam que a escolha foi pensada e meditada. Não menciona que Jesus escolheu seus melhores amigos ou somente, àqueles que tinham estudos e falavam bem… Não! Com toda a certeza, os critérios da escolha, somente Jesus conhece.
Mas se analisarmos o grupo dos 12 apóstolos, haviam entre eles:
André, Pedro, Tiago e João, os filhos de Zebedeu, trabalhavam como pescadores. Mateus 4,18-22 relata que André e Pedro estavam pescando, exercendo seu ofício, quando foram chamados. Tiago e João estavam remendando redes junto a seu pai quando Jesus os chamou. A Bíblia narra que esses dois apóstolos não eram apenas pescadores, mas empresários, juntamente com o pai, posto que empregavam outros homens. Tomé, Bartolomeu e Filipe também podem ter sido pescadores, pois estavam pescando juntos, quando Jesus apareceu após a Ressurreição, conforme relata João 21, 2-8.
Mateus era cobrador de impostos. Naquela época, possivelmente, Mateus adquiriu muitos recursos, já que os cobradores de impostos recebiam uma parcela do que fora arrecadado e não se descarta que Mateus tenha ajudado a fundar o ministério de Jesus com parte desses recursos.
Simão, era Zelote. O que poderíamos nos dias atuais, associar como um político da oposição. Na época, era oposição ao governo Romano. Mesmo sendo político ou revolucionário, Simão era fiel a Jesus.
Judas Iscariotes era o tesoureiro do grupo. Pensamos que para tal função Ele devia ter um mínimo de conhecimento e estudo. A bíblia não dá mais detalhes desse apóstolo, apenas o cita como o traidor.
Filipe, Bartolomeu, Tomé, Judas Tadeu e Tiago, filho de Alfeu a bíblia não menciona sobre suas atividades pregressas, mas muito provável que eram pessoas dedicadas e com a vontade de transformar o mundo pela fé. Assim como Albert Einstein disse: “Deus não escolhe os capacitados, capacita os escolhidos. Fazer ou não fazer algo, só depende de nossa vontade e perseverança.”. Se verificarmos como cada um dos discípulos seguiu a missão e como terminaram na grande maioria deles suas vidas, martirizados, temos a certeza que todos eles eram muito bem engajados.
Temos entre os apóstolos pessoas de confiança e fiéis ao propósito da missão em nível estratégico, tático e operacional. Vimos pessoas estudadas, gestores financeiros, bons oradores e líderes.
Então qual a quarta lição que Jesus Cristo nos deixa? Quarta lição que Jesus Cristo deixa para os empreendedores é Saiba escolher seus pares para a missão.
Missão, Visão e Valores
Para muitas pessoas, a missão, visão e valores, são apenas palavras e frases bonitas para por num quadro na parede da recepção da empresa. NÃO!
Conhecer o propósito de sua empresa, onde, como e quando ela quer chegar e os valores inegociáveis que ela tem, é muito importante como norteador.
Se for mencionar passagens que os evangelistas mencionam o conhecimento de Jesus acerca deste elementos estratégicos, este artigo não teria mais fim, mas podemos dizer que Jesus em vários momentos deixou claro quais eram a missão, ou seja, qual o propósito daquele movimento, da existência dele e de suas ações. O que queriam deixar cravado no mundo? Talvez o que mais Jesus quis deixar seja tão singelo e simples, mas ao mesmo tempo, uma missão que até nos dias atuais, é desafiadora: “Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei.” João 15, 12. A Visão, seria espalhar o evangelho e a missão para os quatro cantos do mundo, aos 12 povos. Já para os valores poderíamos afirmar pelas passagens, que seriam: o amor ao próximo e a Deus, fé, esperança, caridade, prudência, justiça, temperança e coragem.
Qual a missão de sua empresa? Por que ela existe ou existirá? Quais são os propósitos? Qual o impacto que ela causará ao mercado?
Qual a visão? O que e onde quero chegar? Como? Quando? Em qual área irei atuar e quero atingir?
Quais os valores de sua organização pautadas em sua missão? Lembre-se que os valores de uma empresa são inegociáveis. Quais são seus valores (de sua empresa)?
Quinta lição que Jesus Cristo deixa para os empreendedores é Defina sua missão, visão e seus valores e deixe claro para todos.
Traições, quedas e julgamentos
Todo empreendedor passa em algum momento por essas etapas. Uns de maneira mais branda, outros de maneira mais grave, mas de modo geral, todos passam ou irão passar por estas situações.
No início é comum as pessoas duvidarem do seu negócio e de sua capacidade de empreender. Muitos irão julgar inviável, apenas um sonho ou irão querer atrapalhá-lo.
Depois que um negócio dá certo, muitos irão querer se aproximar, lhe ter como referência e lhe admirar, mas terão alguns que se aproximarão apenas por interesses e é importante você saber distinguir muito bem cada um desses.
Qualquer negócio, se sobreviver, passará por momentos de abundancia, mas haverá os momentos de queda. Umas quedas menos acentuadas, outras mais acentuadas. Mas quando estamos participando do mercado, por mais que nosso negócio esteja em uma ascendente, somos vulneráveis às influências externas e nem tudo depende somente de nós, pelo menos em um curto prazo.
Alguns erros serão inevitáveis, pois faz parte do jogo e são nos erros que aprendemos a acertar. Mas dependendo da queda ou do erro, iremos enfrentar os julgamentos e infelizmente as traições.
Vejamos o exemplo de Jesus.
Ele sabia tudo que iria acontecer. Demonstrou várias vezes ter conhecimento do que aconteceria e que precisava passar pelo que passou, para ter a sua missão cumprida. O que nos leva ter a certeza que Judas, já estava dentro de seus planos, a executar o que executou.
Talvez Judas não seja o grande traidor, pelo menos, não o único. Lembremos que muitos o abandonaram na hora do julgamento e inclusive bradavam por crucifica-lo e pedindo para soltar Barrabás. Lembremos que pelos evangelhos, Pedro, era o mais eloquente dos discípulos em declarar fidelidade e lutar por Jesus Cristo, mas naquela noite, antes do galo cantar por três vezes, ele negou a Cristo por três vezes também.
Aprendemos que quando falamos de traições, não queremos dizer que alguém irá conspirar contra ou torcer contra, mas simplesmente, no momento em que a empresa mais precisar, devemos estar preparados, para o abandono daqueles que talvez mais nos dedicamos o tempo e naqueles que a empresa mais depositou confiança.
A lição que Jesus nos deixa, é que devemos sim nos dedicar e acreditar nas pessoas, mas não esperar a retribuição. Se ela vier, ótimo! Se não vier, não podemos nos frustrar pelo depósito de confiança excessiva em uma ou mais pessoas. As empresas deverão ser perfeitas, mas são feitas de pessoas que poderão ser falhas. Muitas vezes, o que falta, é apenas a coragem e a fé que o empreendedor tem. Quando alguém da equipe fraqueja, devemos encarar como sendo apenas fraquezas daqueles que não nasceram para empreender junto ou não acreditam no propósito da empresa e isso não tem nada de mal. Deixe estas pessoas seguirem seus próprios caminhos, até encontrarem o que buscam.
Sexta lição que Jesus Cristo deixa para os empreendedores é Esteja preparado para os julgamentos, as quedas e as traições.
Morte e Ressurreição
Mais que saber e conhecer a missão e a visão da empresa, uma das decisões de todo o empreendedor que mais lhe custa, é o rompimento da membrana que o separa entre empreendedor e empresário. O que simbolicamente seria a “morte”, para alguns paradigmas que o limitam a realmente se tornar empresário de verdade.
No livro Gestão Profissional na prática de Filipe Colombo, ele menciona a grande diferença entre ser empreendedor e ser um empresário. O Brasil é cheio de empreendedores, mas em pouco tempo, apenas alguns destes provam ser empresários. Iniciar um negócio, com uma boa ideia e motivação, é um grande início, porém, não é o suficiente para manter uma empresa.
Será que se Jesus não fosse crucificado e entregue sua vida, seria reconhecido e seguido como ainda é hoje? Atualmente, conforme informações da CNBB, são aproximadamente 2,18 Bilhões de pessoas que dizem ser cristão no mundo. Temos a certeza que a morte de Jesus na cruz como conhecemos, é a grande virada da fé cristã.
Jesus se entregou literalmente de corpo e alma a sua missão. Precisou morrer, para muitos passarem a confiar em seus propósitos. Mas morrer, também para Jesus, significou se libertar. Libertar-se dos medos, das angústias e das fraquezas da carne, que todo homem sofre. Quando Jesus morreu, sabia que seria apenas um rito de passagem, que logo sua missão se concretizaria, pois quem iria vencer ou amedrontar quem já morreu?
Para nós empreendedores, quantas vezes morremos? Quantas vezes realizamos um rito de passagem de empreendedor para empresário?
Quando somos puramente e unicamente empreendedores, somos apegados ao ser humano idealizador do negócio, porém, para que a empresa continue a missão, devemos em algum momento romper esta etapa e morrermos para as fraquezas do empreendedor. O brilho dos olhos da missão continua na essência, porém, um novo ser precisa surgir, sem medos, sem amarras e sem preconceitos. Um empresário deve ser um gestor, preparado, tranquilo, assertivo e focado. A energia e a magia de empreendedor deve ser latente em um empresário, porém, em algum momento, as fraquezas do simples ser humano idealizador e empreendedor, deve dar vaga para o empresário gestor.
Nem todos tem esta capacidade, estão preparados ou querem virar esta chave e isso pode custar caro e pode colocar tudo a perder.
Sétima lição que Jesus Cristo deixa para os empreendedores é Mais que puramente e somente empreendedores, em algum momento, devemos morrer e ressuscitar como empresários gestores, mas com o brilho dos olhos de um empreendedor, porém, sem as fraquezas.
Relembremos as 7 lições que Jesus Cristo deixa para todos àqueles, que queiram empreender e desejam um dia se tornarem empresários:
- Busque o Conhecimento.
- Tenha alguém para sonhar junto de você.
- Se prepare e faça um Excelente Planejamento.
- Saiba escolher seus pares.
- Defina sua missão, visão, seus valores e deixe claro para todos.
- Esteja preparado para os julgamentos, as quedas e as traições.
- Mais que puramente e somente empreendedores, em algum momento, devemos morrer e ressuscitar como empresários gestores, mas com o brilho dos olhos de um empreendedor, porém, sem as fraquezas.
Somente seguindo algumas dessas lições, poderemos desfrutar da verdadeira Páscoa Empresarial.
A PÁSCOA
A Páscoa é a vida do empresário no dia-a-dia, após sua “ressurreição”, com seus desafios, tomadas de decisões, gestão de pessoas, gestão de recursos…
Assim como na vida de Jesus Cristo, só há a Pascoa, se há uma preparação.
A Páscoa judaica só aconteceu pela preparação do povo hebreu. A mais de 3500 anos, o povo hebreu se libertou da escravidão após se preparar, passando por pragas. Depois de se libertar, ainda enfrentou 40 anos no deserto, para chegar a terra prometida. Com certeza, 40 anos de preparação.
Jesus, antes de morrer na cruz, também teve que se preparar, para que a missão fosse cumprida. A Ressurreição Dele ocorreu também no dia da Páscoa judaica, o que significou, conforme os Cristãos creem, que Ele libertou o povo da escravidão do espírito e dos pecados.
Nos dois exemplos de Páscoa, seja a Judaica ou a Cristã, ambas só aconteceram por uma preparação, por esforços, dores e muita luta.
Para nós empreendedores e empresários, fica a lição da Páscoa. Para encontrarmos a “nossa terra prometida”, para encontrarmos “nossa liberdade do espírito”, temos também que nos preparar e pagar um preço e antes de tudo, morrer para a vida passada.
Façamos esta data, uma data de reflexão e de aprendizados. Para àqueles que acreditam em Jesus Cristo, uma feliz e abençoada Páscoa.
Para àqueles que não acreditam, fica pelo menos a lição daquele que com apenas 12 escolhidos e chamados assim neste artigo de 12 sócios, foi o maior empreendedor e empresário do mundo e criou talvez o maior movimento social que a terra já viu, através de propósito, amor ao próximo e na busca de evolução.
FAÇA A SUA PÁSCOA EMPRESARIAL! FELIZ PÁSCOA!
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